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 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

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Notícias UFS

  • relação dos nomes dos classificados e suplentes será divulgada dia 19/2

  • A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) divulga edital do Programa de Monitoria Remunerada e Voluntária para os períodos 2016/1 e 2016/2, para cursos semestrais, e 2016, para os anuais.

    A partir de hoje, dia 2 de fevereiro, até 4 de março está aberto o período para que as comissões de monitoria locais, de cada centro ou campi, apresentem à Comissão Permanente de Acompanhamento da Monitoria (Copam) a demanda de monitores. O resultado da distribuição das quotas de monitoria remunerada será publicado no Portal UFS até meados de março. O processo de seleção de bolsistas está previsto para ser iniciado em abril.

    O Programa de Monitoria oferecerá 200 bolsas que serão distribuídas entre os centros/campi. Cada um terá uma quota de monitores remunerados, de acordo com o número de disciplinas-turmas ofertadas e alunos matriculados. O número de vagas para a monitoria voluntária ficará a critério de cada campus. O valor da bolsa é de R$ 400 reais e sua duração será de 12 meses, podendo ser renovada por igual período, desde que haja disponibilidade orçamentária anual da UFS.

    Entre os critérios para o exercício da monitoria, o candidato à bolsa deve estar regularmente matriculado e cursando, durante todo o período de vigência da bolsa, pelo menos 50% (cinquenta por cento) dos créditos regulares para o período acadêmico vigente do curso e, no caso de monitoria remunerada, não possuir vínculo empregatício e não receber nenhum outro tipo de bolsa de instituição pública. É necessário também ter sido aprovado na disciplina ou conteúdo exigido no edital de seleção com nota mínima 7,0.

    A monitoria é uma atividade didático-pedagógica vinculada aos cursos de graduação presenciais e a distância que visa contribuir para o aperfeiçoamento do processo de formação discente e para a melhoria da qualidade do ensino.

    Para mais informações, acesse o edital aqui. Veja abaixo a Resolução nº 21/2015/Conepe, que aprova alterações nas normas que disciplinam o Programa de Monitoria da UFS

    Ascom

    comunica@ufs.br

  • O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), engajado na campanha do Governo Federal para eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti, está participando de uma ação nacional. Trata-se de um mutirão organizado para vistoriar as instalações do hospital em busca de focos do Aedes aegypti, vetor das doenças dengue, zika e chikungunya.

    A iniciativa faz parte de uma ação integrada do Governo Federal, desenvolvida pela Presidência da República, em parceria com os ministérios do Planejamento e da Saúde. Para a superintendente do HU-UFS, Angela Silva, o ato é também educativo.

    “O nosso país está vivendo uma situação de gravidade com a disseminação dessas doenças. O HU de Sergipe está fazendo a sua parte, conscientizando os seus colaboradores e trabalhando para eliminar os possíveis focos do Aedes Aegypti, sem deixar também de orientar os seus funcionários para que façam esse mesmo trabalho em suas residências”, pontuou.

    Uma das ações efetivadas no hospital é a inspeção de suas áreas interna e externa, a fim de detectar pontos que possam acumular água para que estes sejam eliminados. Os funcionários estão recebendo também panfletos e tendo acesso a cartazes com orientações sobre prevenção a essas doenças. “Está sendo feito um trabalho de comunicação interna com o apoio da Coordenação de Comunicação Social da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares”, disse a superintendente.

    Iniciativa

    O próprio HU-UFS vinha trabalhando ações de prevenção e conscientização sobre essas doenças. Uma delas foi baseada em palestras com infectologistas da casa. A última ocorreu durante a I Semana Interna de Prevenção de Acidentes (Sipat), aberta em 27 de janeiro último, quando a infectologista Iza Lobo, que é chefe da Unidade de Gestão de Riscos Assistenciais do HU-UFS, ministrou a palestra Zika Vírus, Microcefalia e Síndrome Guillain Barré.

    “Essa situação de gravidade na saúde pública atinge a todos nós, por isso que fiz a ligação desse tema com a saúde do trabalhador”, comentou a médica, que em sua palestra abordou itens como casos clínicos, diagnóstico e o que pode ser feito para prevenir e tratar essas doenças.

    Assessoria de Comunicação do HU

  • Futuramente, a clínica poderá atender até cerca de 150 pacientes por semana

  • A professora do campus do Sertão da Universidade Federal de Sergipe Fabiana Oliveira da Silva participou de estudo internacional cujo resultado foi publicado em uma das revistas científicas mais respeitadas do mundo, a Science, na última sexta-feira, 22.

    O trabalho foi realizado em colaboração com pesquisadores de 18 países, sob a liderança de Lucas Garibaldi, professor da Universidad de Río Negro, na Argentina.

    O artigo, intitulado "Resultados mutuamente benéficos para diversidade de polinizadores e produtividade agrícola em pequenas e grandes propriedades", foi fruto de pesquisa realizada entre 2010 e 2014 com apoio do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Leia aqui o artigo (em inglês).

    Os especialistas monitoraram 334 propriedades pequenas e grandes localizadas em doze países da África, Ásia e América do Sul.  Foram observados o número de agentes polinizadores, a biodiversidade e o rendimento de 33 cultivos, dos quais caju, canola, maçã, tomate, melão e algodão tiveram dados coletados no Brasil.

    Segundo Fabiana, “o estudo abre uma janela de oportunidade de mudança para o novo paradigma da sustentabilidade, por meio da intensificação ecológica da agricultura”. Isso significa quemelhorar a produtividade das culturas por meio da gestão da biodiversidade pode ser uma saída para o aumento da produção de alimentos, especialmente nos países mais pobres.

    O resultado da pesquisa em todas as nações revela que o rendimento agrícola cresce à medida que a densidade de polinizadores aumenta. “Uma das principais contribuições desse estudo é a constatação de que é possível conciliar produção de alimentos com conservação da biodiversidade e ter como resultado o aumento da produtividade agrícola. Nessa relação os dois lados saem ganhando”, explica a pesquisadora.

    Ainda para a professora, o trabalho realça o comprometimento da UFS com ações voltadas à promoção de modos de produção sustentáveis e fortalece sua relação com importantes pesquisadores. “Pesquisas como estas realçam a sintonia do campus do Sertão com temas científicos mundialmente relevantes e em especial a sua missão na promoção de modos de produção sustentáveis para o Alto Sertão Sergipano”, diz.

    O campus do Sertão da UFS é localizado em Nossa Senhora da Glória. Com cursos focados na agricultura familiar, suas aulas iniciaram em novembro do ano passado.

    Ascom

    comunica@ufs.br

  • Buscando transcender as limitações sofridas pelas pessoas transexuais na sociedade brasileira e proporcionar debates sobre a despatologização das identidades T, a II Semana de Visibilidade Trans (SVT) teve início na última segunda, 25, e seguem até esta sexta, 29.

    Num misto de relatos de vivências e estudos, as mesas, compostas principalmente por pessoas transexuais, falaram sobre a permanência das identidades de gênero em códigos e manuais de doença, o reconhecimento e a inclusão de pessoas trans em diferentes esferas da sociedade,os conceitos de gênero, identidades, entre outros.

    O público, formado por estudantes, professores e pessoas interessadas no assunto, mostrou-se interessado em retirar dúvidas e se aprofundar em um tema pouco discutido nos espaços sociais e na mídia e participou ativamente das mesas “Por que visibilidade trans?” e “O corpo em questão: os limites do saber médico” e da oficina “O papel do profissional de saúde no atendimento às pessoas transexuais”.

    A psicóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Jaqueline Gomes dos Santos, foi uma das debatedoras e levantou a discussão de gênero a partir de um apanhado histórico, além de enfatizar a busca de pessoas transgênero por direitos humanos e civis na sociedade. “A intenção do debate é representara fala das pessoas trans que, em geral, não é ouvida, para que haja um reconhecimento do direito humano, do direito básico à existência, à vida, ao nome, a tudo que é negado às pessoas trans”, declara.

    Professora do Departamento de Fonoaudiologia do campus da UFS em Lagarto, Bárbara Rosa participou das discussões e conta sobre o esforço que a unidade tem feito para discutir e incluir cada vez mais a temática trans. “A gente começou a mobilização pelos professores e tenta fazer com que os profissionais de saúde que se formem na universidade tenham essa visão inclusiva”, afirma.

    “Quando você é uma minoria e sabe das dificuldades que ela passa, você começa a enxergar as outras como igual”, declara Karyo Freire, estudante de Odontologia da UFS que participou da oficina motivado pelas experiências pessoais e pelo desejo de crescer enquanto agente social e futuro profissional de saúde. “Se tanto na minha área como nas outras existem pessoas que se importam, a gente pode se juntar para melhorar a vida da população trans. É preciso conhecer para quebrar os preconceitos”, complementa.

    Realizada pelas ONGs Amosertrans e Unidas em parceria com o Departamento de Psicologia (DPS) da UFS, a IISVT segue até sexta-feira, 29, Dia Nacional da Visibilidade Trans, e conta com próximos debates sobre educação, mídia, cidadania e expectativa de vida, além do manifesto contra a transfobia e a festa de encerramento que busca arrecadar alimentos para a assistência de pessoas transem vulnerabilidade social em Aracaju.

    Programação

    Sexta – 29/01

    8h-12hRoda de conversaQueremos viver mais de 35 anos!

    Local: UFS

    15hIntervenção – Manifesto contra a transfobia

    Local: Praça Tobias Barreto

    19hFesta de encerramento

    Local: Teatro Atheneu

    Ascom

    comunica@ufs.br

  • A alergia alimentar é uma reação imunológica que ocorre após a ingestão de determinado alimento, desencadeando sinais e sintomas com gravidades variadas. Em casos extremos, esse tipo de alergia pode causar até a morte.

    No Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) existe dez anos o Núcleo de Alergia Alimentar, um centro de atendimento multidisciplinar que cuida de crianças residentes no Estado e com menos de dois anos de idade. O ponto forte do serviço é aAlergia à Proteína do Leite de Vaca, conhecida entre os profissionais da área pela sigla APLV.

    De acordo com a coordenadora do Núcleo, a alergista infantil Jackeline Franco, uma das finalidades da iniciativa é promover o acesso à terapia nutricional adequada aos portadores de alergia alimentar. “Trabalhamos com uma equipe composta por alergista e imunologista infantil; gastroenterologistas; pediatra e intensivista; nutricionista; enfermeira e técnica de enfermagem. Fazemos o diagnóstico de alergia alimentar, realizamos a perícia para acesso às fórmulas infantis e proporcionamos os cuidados médicos, nutricionais e de enfermagem”, explica a médica, que destaca ainda a contribuição dada pelo serviço aos estudos científicos.

    Uma das beneficiadas pelo atendimento é a dona de casa Josefa Luzienide, que comparece mensalmente ao Núcleo. “Já tenho um filho de três anos que teve esse mesmo problema e foi acompanhado no HU. Hoje estou aqui com o meu filho de um ano. Descobri que ele tinha alergia porque ele tinha cólica, o nariz sempre entupido, não dormia direito, foi quando levei ao pediatra e ele encaminhou para o HU. O serviço das médicas, da nutricionista, é muito bom mesmo. Estou muito satisfeita”, relata a mãe, que é do município sergipano de Tomar do Geru, a 127 km da capital sergipana.

    Dona Josefa sempre comparece aos atendimentos acompanhada pelo marido Oliclariston Silva. Ele, que é auxiliar administrativo, também valoriza a equipe do Núcleo. “Aqui não tenho do que reclamar, as médicas e enfermeiras são muito atenciosas, a nutricionista também, ela sempre tira as nossas dúvidas”, diz.

    Outra mãe frequentadora do Núcleo de Alergia Alimentar é a estudante Graciele Santos. Com uma bebê de três meses, ela faz esse acompanhamento dois. “Eu cheguei aqui por um encaminhamento do pediatra da minha filha. O pessoal aqui é excelente, é tudo muito organizado. Minha filha é sempre examinada, pesada, avaliada como tem que ser”, declara a estudante.  

    Acesso

    Para ser atendida no Núcleo, a criança deve apresentar um relatório médico com a suspeita da alergia, justificando a solicitação da dieta. “Qualquer médico, seja do setor público ou privado, pode fazer esse encaminhamento. O Núcleo registra atendimentos de pessoas de diversas classes sociais, que todos têm direito a usar o Sistema Único de Saúde”, complementa a médica Jackeline Franco.

    O Núcleo de Alergia Alimentar do HU-UFS atende a uma média de 250 crianças por mês, considerando-se os cerca de 20 atendimentos que ocorrem por turno. Um dos passos da rotina é o Teste de Provocação Oral, que consiste na oferta do alimento suspeito, sob observação da equipe multiprofissional, em ambiente hospitalar e com o objetivo de confirmar ou excluir a doença.

    Entre as principais manifestações clínicas observadas podem estar náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e broncoespasmo, além de sintomas extradigestivos, como tosse crônica e asma. “Os sintomas são inúmeros. Quando o paciente chega até o Núcleo com a suspeita, suspendemos a ingestão de leite por um mês e, quando ele está equilibrado clinicamente, introduzimos o leite novamente, sempre fazendo o acompanhamento, as avaliações necessárias, incluindo, em alguns casos, os testes de alto risco, que necessitam de internação hospitalar”, detalha a médica.

    Serviço

    É a perícia realizada no HU-UFS que determina o acesso à dietafórmula infantil - e encaminha o paciente para o Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case), onde haverá essa dispensação. No entanto, os pacientes que residem em Aracaju e cuja família recebe menos de três salários mínimos, devem buscar a fórmula por meio da Secretaria Municipal de Saúde.

    O serviço do HU funciona às terças, de 7h às 12h e das 13h às 17h; às quartas, de 13h às 17h e na quinta-feira, de 7h às 12h.

    Para ser atendido, além de apresentar relatório médico, residir em Sergipe e de o paciente ter menos de dois anos de idade, o HU solicita RG e CPF dos pais, comprovante de renda, comprovante de residência em nome do pai ou da mãe da criança, certidão de nascimento e cartão SUS do paciente.A

    Assessoria de Comunicação do HU

  • Programa concede bolsas a estudantes  de cursos de graduação

  • Objetivo é apresentar proposta de pesos e pontuação para o Enem/Sisu 2017

  • Ocorre nesta sexta-feira, 22, das 8h às 23h59 a eleição para escolha dos novos membros da Comissão Interna de Supervisão do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativo em Educação da UFS (CIS). A votação está aberta apenas na internet no Sigeleição. Pode-se votar de qualquer computador e de qualquer lugar.

    Os candidatos são os seguintes:

    1 - Sindeide Souza Maia Linhares - Hospital Universitário;

    2 - Luis Felipe de Jesus Barreto AraújoDepartamento de Enfermagem/CCBS;

    3 - Barbara Franca Barcellos - BibliotecaLagarto.

    A CIS tem por finalidade acompanhar, orientar, fiscalizar e avaliar a implementação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos (PCCTAE) no âmbito da UFS e propor à Comissão Nacional de Supervisão as alterações necessárias para o seu aprimoramento.

    Cada servidor técnico-administrativo em exercício efetivo do cargo poderá votar em apenas um candidato.

    Veja abaixo a Resolução 49/2013/Consu, que aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão (CIS).

    Ascom

    comunica@ufs.br